quinta-feira, 1 de março de 2007

Rio de Janeiro - Anos 50


Mais imagens da cidade do Rio de Janeiro, desta vez, referentes aos anos 50.

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007

Rio Antigo


Amanhã a cidade do Rio de Janeiro comemora 442 anos de sua fundação. Nada como voltar um pouco no tempo através de fotos que retratam imagens da cidade, algumas totalmente modificadas pela urbanização, outras parecem intocadas pela ação do tempo.

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007

Carnaval 2007


Pra variar mais uma vez ficamos sem o título, mas diante das dificuldades de conseguir patrocínio para bancar um desfile porreta, deixo aqui a minha sugestão para o próximo ano.
Edir Macedo!!!
O Encontro do Bispo-Babalorixá com a Águia no Quilombo do Reino de Deus!
- Muitos artistas da Record nos destaques;
- Bateria dos 318 pastores;
- Puxadora Gospel;
- Carro Catedral da Fé cheio de mulatas endiabradas;
- Comissão de frente dos 10% do dízimo;
- Mestre sala e porta bandeira: casal da Renascer;
- Ala dos Milagres (coreografias com muletas, óculos escuros e cadeiras de rodas);
- Ala do Descarrego (colocar modelo nua gostosona tomando banho de sal grosso);
- Rainha da Bateria: Monique Evans!
- Carro Fogueira Santa ( o carro já entra pegando fogo);
- Edir Macedo no último carro sentado num trono dourado todo hi-tech com Paulinho da Viola e Zeca Pagodinho do lado.

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007

Lugares Maravilhosos


Parece que os dias ficaram mais curtos essa semana e no pouco tempo disponível deu preguiça de postar algo aqui, os assuntos também não têm sido muito agradáveis com toda essa onda de violência que se instalou na cidade. Pra fugir um pouco do tema, publico esse álbum que é realmente inspirador.

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2007

Pinturas e Poesias 10 - Clóvis Graciano




Precisão
Clarice Lispector


O que me tranqüiliza é que tudo o que existe, existe com uma precisão absoluta. O que for do tamanho de uma cabeça de alfinete não transborda nem uma fração de milímetro além do tamanho de uma cabeça de alfinete. Tudo o que existe é de uma grande exatidão. Pena é que a maior parte do que existe com essa exatidão nos é tecnicamente invisível. O bom é que a verdade chega a nós como um sentido secreto das coisas. Nós terminamos adivinhando, confusos, a perfeição.

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2007

Livraria & Sebo Linhas



Hoje a Livraria & Sebo Linhas completa 1 ano e, é claro, isso me traz uma grande felicidade!

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2007

Pintura Ultra-Dimensional


Pinturas incríveis do artista Rob Gonsalves.

terça-feira, 6 de fevereiro de 2007

Guerra no Iraque



Custo da Guerra no Iraque pode chegar a US$ 2 trilhões!!! Eu gostaria de saber como seria a vida na Terra se todo esse dinheiro fosse usado para o bem.

Laurel Clark




Ao publicar este álbum não poderia deixar de lembrar de uma mensagem que recebi faz alguns anos e que me impressionou muito, nem sei ao certo o motivo, ou sei... É um e-mail que a astronauta Laurel Clark teria enviado um dia antes do acidente com o ônibus espacial Columbia - ocorrido em 1 de fevereiro de 2003 - que se desintegrou na reentrada da atmosfera vitimando a tripulação.

Laurel
Um e-mail vindo do céu

Laurel!
Uma astronauta!
Uma internauta!
À bordo do Columbia...
Um dia antes...

"Olá! de cima do nosso magnífico planeta Terra.

A perspectiva é realmente inspiradora.
Esta é uma missão incrível e nós estamos muito ocupados fazendo ciência contra o relógio.
Conseguir um tempinho para escrever um e-mail é raro, então...esse vai ser curto, e distribuído para muitas pessoas que conheço e amo.

Eu vi muitas coisas incríveis:

tempestades de relâmpagos no Pacífico,
a Aurora Australis nascendo no horizonte, com o desenho urbano das cidades da Austrália abaixo dela;
a lua crescente surgindo no topo da Terra...
...as vastas planícies da África e as dunas do Cabo Horn,
rios passando por fendas entre grandes montanhas, as cicratizes da humanidade,
a contínua linha da vida estendendo-se da América do Norte, passando pela América Central e até a América do Sul...
...uma lua crescente sobre o nosso planeta azul.

O monte Fuji parece um pequeno calombo daqui de cima, mas se destaca como um verdadeiro marco.
Milagrosamente, no primeiríssimo dia em que sobrevoamos o Lago Michigan, eu vi Wind Point (Wisconsin) claramente.
Não tenho tido muita sorte, desde então. A cada órbita, passamos por lugares diferentes do planeta.

Claro, na maior parte do tempo, estou trabalhando no Spacehab e não vejo nada disso.
Qualquer coisa que eu consiga ver é sempre glorioso. Até as estrelas têm um brilho especial.
Eu vi meu amigo Órion várias vezes.

Tirar fotos da Terra é um verdadeiro desafio, mas uma longa e tortuosa trilha de aprendizado.
Eu acho que finalmente consegui algumas fotos legais nos últimos dois dias.
Estou cruzando os dedos para que estejam em foco.
Minha visão para perto ficou um pouco pior aqui, por isso devem ter visto fotos ou vídeos em que eu estou usando óculos.
Sinto-me abençoada por estar aqui representando nosso país e levando adiante experiências de cientistas do mundo inteiro.
Todas as experiências atingiram a maior parte de seus objetivos, apesar dos inevitáveis obstáculos que se apresentam quando uma tarefa difícil está sendo levada a cabo.

A comida é ótima e estou me sentindo muito bem nesse ambiente totalmente novo e diferente.
Leva um tempinho para comer porque a falta de gravidade dificulta a descida da comida pelo esôfago.
Ainda é um desafio constante manter-se hidratada adequadamente. Como os nossos fluídos corporais foram deslocados para a cabeça, a sensação de sede é quase inexistente.

Graças a muitos de vocês que apoiaram a mim e as minhas aventuras ao longo desses anos, essa é a maior de todas.
Espero que vocês possam ter sentido a energia positiva que emanávamos para todo o planeta enquanto navegávamos sobre ele.

A todos, com amor!

Laurel"

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007

domingo, 4 de fevereiro de 2007

Olhai os Lírios dos Campos





"Preciso de óleo" disse um monge.
Então plantou uma muda de oliveira.
"Senhor", pediu ele, ela precisa de chuva,
para que suas raízes possam beber e propiciar seu crescimento,
"Mande chuva branda que não a machuque".
E o Senhor mandou-lhe chuvas brandas.
"Senhor", pediu novamente,
"minha planta precisa de sol, não muito forte que a abrase".
E o sol brilhou dourando as nuvenzinhas chuvosas.
"Agora, preciso de neve para que minha oliveira ganhe robustez",
pediu novamente, e a neve caiu sobre a planta.

No entanto, ao acordar no dia seguinte encontrou a plantinha morta.
Então o monge foi a outro e contou-lhe sua experiência.
"Eu também plantei uma oliveira",
disse o outro, "e veja como está viçosa", mostrou.
"Eu confiei minha planta ao Deus que a criou.
Ele que a fez sabe do que ela precisa,
melhor que monges como eu, não impus condições,
não estabeleci meios ou maneiras, apenas pedi:
manda o que ela precisa, chuva, sol, vento, neve,
Tu o fizestes e Tu sabes.
Nós, como os lírios dos campos crescemos,
quer no sol, quer na chuva, e muito mais que os lírios,
Deus nos tem amor, e trabalha para quem nele espera,
acredite na vida, alguém está cuidando de você,
mesmo que não saibamos exatamente o que pedir,
se houver amor em nossos corações,
receberemos o sol e a chuva na hora certa.
Mensagem dedicada à minha amiga Barta que aniversaria hoje e para a qual eu desejo muita paz, saúde, alegrias, amor, dinheiro e sucesso!

sábado, 3 de fevereiro de 2007

Pinturas e Poesias 9 - Aldo Bonadei


E o Resto é Silêncio...
J. G. de Araujo Jorge


E então ficamos os dois em silêncio, tão quietos
como dois pássaros na sombra, recolhidos
ao mesmo ninho,
como dois caminhos na noite, dois caminhos
que se juntam
num mesmo caminho...

Já não ouso... já não coras...
E o silêncio é tão nosso, e a quietude tamanha
que qualquer palavra bateria estranha
como um viajante, altas horas...

Nada há mais a dizer, depois que as próprias mãos
silenciaram seus carinhos...
Estamos um no outro
como se estivéssemos sozinhos...

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2007

Animaladas



Querendo um bichinho de estimação? Escolha o seu no álbum.

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007

Desenhando...


Sempre gostei de desenhar: fazia histórias em quadrinhos, plantas-baixas, copiava outros desenhos, rabiscava os espaços em branco dos cadernos. Gostei muito do curso de Desenho Técnico onde meu traçado melhorou bastante, cheguei a pensar na época que estudar Arquitetura seria uma boa opção, mas acabei seguindo outros caminhos e do velho hábito praticamente só restou os rabiscos quando passo muito tempo no telefone. Mas tão bom quanto desenhar é ver alguém desenhando, principalmente quando esse alguém tem o talento e a técnica, aqui está um site onde esta situação é simulada.

quarta-feira, 31 de janeiro de 2007

Orkontros 2007


Começou a longa série de Orkontros da turma do UP edição 2007. No álbum está registrado o primeiro ocorrido em Brasília, onde vocês poderão constatar o prazer das participantes em estarem juntas novamente.

Salmo 23


O Senhor é o meu pastor, nada me faltará.

Deitar-me faz em verdes pastos, guia-me mansamente a águas tranqüilas.
Refrigera a minha alma; guia-me pelas veredas da justiça, por amor do seu nome.

Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum,
porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam.

Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos,
unges a minha cabeça com óleo, o meu cálice transborda.

Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida;
e habitarei na casa do Senhor por longos dias.

terça-feira, 30 de janeiro de 2007

Caricaturas


segunda-feira, 29 de janeiro de 2007

Uma História de Vidas Passadas


CASO CLÍNICO

Incapacidade de administrar a própria vida

Mulher de 32 anos, solteira.


Veio ao meu consultório por se sentir truncada, travada, por conta de seu medo de tomar uma atitude e de dar um novo rumo à sua vida. Estava muito insatisfeita profissional, amorosa e financeiramente. Tinha também muito medo de errar e vir a se arrepender diante de qualquer decisão que viesse a tomar.Ela me disse: “Eu me sinto impotente porque não consigo administrar a minha vida. É sempre alguém que toma uma decisão por mim. Estou cansada, eu quero assumir a minha própria vida”.


Ao regredir me relatou: ”Vejo uma onda muito grande. Estou me debatendo dentro do mar. Não tenho força. A onda gigantesca me leva. Eu me sinto muito impotente diante de tanta água... Agora não vejo nada, está tudo escuro... Estou sozinha, parece que é noite. Vejo-me no meio das árvores”.Estou procurando plantas medicinais no meio da floresta. Estou procurando plantas e cogumelos para fazer algum remédio. Eu vou entrando na floresta que acaba no mar.


Vejo-me em cima de um morro e embaixo está o mar... Ai meu Deus!!! (começa a gritar). Vem uma enorme onda, cobre toda a floresta e leva tudo embora. Eu não sei nadar (chora copiosamente). Vou morrer!... O mar está muito violento, a água me carrega como se estivesse lavando, varrendo alguma coisa” (A paciente começa a tossir e a se debater no divã). Peço para ela se acalmar e não vivenciar a cena, mas vê-la de fora, sem se envolver emocionalmente.


Mais calma agora, ela me diz: “A sensação que vem é que morri afogada... É a época da civilização Atlântida. Eu usei muito mal o conhecimento que tinha. Fiz muita coisa errada. Eu envenenei as pessoas com as plantas medicinais extraídas dessa floresta. Eu moro em uma casa de pedra. Era feliz, cultivava flores. Sou uma moça bonita, devo ter uns 20 anos. Uso uma saia cumprida, clara, de florzinha. Eu me vejo sozinha, moro sozinha. Até que apareceu um homem, um bruxo que mudou toda a minha vida. Ele gostou das minhas flores e me ensinou a fazer os remédios medicinais. Eu não sabia que podia extrair remédios das plantas. Só que esse “remédio” envenenou muita gente. Ele falava que eu iria curar muita gente, o que não era verdade. O bruxo dizia que eu tinha talento para fazer remédio, mas que precisava aprender com ele. Em verdade, eu me deixei ser levada por ele. Eu me deixei levar pela sedução dele e fui apanhar as plantas que não eram boas e acabei matando muita gente”. Eu achava que ele era poderoso e o obedecia cegamente, para que ele gostasse de mim, me aceitasse. Era muito ingênua e carente.Agora percebo que nunca tomei as rédeas de minha vida. Sinto que poderia ser mais atuante. Eu me sentia inferiorizada por ser mulher, não me sentia suficientemente capaz. Na verdade, eu queria ser reconhecida por ele, achava que os homens sabiam mais do que as mulheres. Eu o admirava”.


Peço em seguida para que ela vá para o momento de sua morte nessa vida:“Diante da fúria daquela onda gigante, simplesmente desapareci no meio d’água. Senti muito medo e impotência”.Quais foram seus últimos pensamentos e sentimentos no momento de sua morte? perguntei-lhe: “Eu me senti culpada e veio a idéia de castigo por fazer mau uso do conhecimento. Veio também arrependimento por ter prejudicado muita gente.O ruído do mar era assustador. É muita fúria! É horrível!Fica claro agora o porquê desse medo de decidir na vida presente. Sinto medo de errar novamente. Eu trago para a vida atual essa culpa e arrependimento por ter prejudicado muita gente”.


Antes de encerrarmos a regressão, peço para que ela se liberte de seu passado, se livre dessa culpa. Enfatizo que na verdade ela agiu na melhor das intenções. Por conta de sua ingenuidade e carência, acabou deixando-se influenciar por aquele homem. Peço, portanto, para que ela se liberte definitivamente dessa culpa, se perdoando, não deixando que essas sensações e sentimentos negativos de seu passado permaneçam dentro dela.


Disse-lhe que ela precisava fazer um trabalho de auto-perdão para que pudesse fluir de forma mais livre na vida presente. Posteriormente, ela passou por mais 6 sessões de regressão e, no final de cada uma delas, fizemos um trabalho de desprogramação e programação mental positiva para que ela se libertasse desta culpa. A paciente me disse que estava mais autoconfiante, se sentindo capaz de tomar suas próprias decisões, sem deixar, desta vez, que as pessoas tomassem as rédeas de sua vida.


Osvaldo Shimoda é terapeuta e trabalha com técnicas de hipnose e terapia de Vidas Passadas em seu consultório em São Paulo.Email: shimoda@vidanova.com

domingo, 28 de janeiro de 2007

Pinturas e Poesias 8 - Di Cavalcanti



Retrato
Cecília Meireles

Eu não tinha este rosto de hoje,
assim calmo, assim triste, assim magro,
nem estes olhos tão vazios,
nem o lábio amargo.

Eu não tinha estas mãos sem força,
tão paradas e frias e mortas;
eu não tinha este coração que nem se mostra.

Eu não dei por esta mudança,
tão simples, tão certa, tão fácil:
- Em que espelho ficou perdida
a minha face?
Posted by Picasa

sábado, 27 de janeiro de 2007