Rio de Janeiro - Anos 50
Mais imagens da cidade do Rio de Janeiro, desta vez, referentes aos anos 50.
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Mais imagens da cidade do Rio de Janeiro, desta vez, referentes aos anos 50.
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Ronaldo
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Marcadores: rio de janeiro
Amanhã a cidade do Rio de Janeiro comemora 442 anos de sua fundação. Nada como voltar um pouco no tempo através de fotos que retratam imagens da cidade, algumas totalmente modificadas pela urbanização, outras parecem intocadas pela ação do tempo.
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Marcadores: rio antigo
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Marcadores: carnaval, Edir Macedo, portela
Parece que os dias ficaram mais curtos essa semana e no pouco tempo disponível deu preguiça de postar algo aqui, os assuntos também não têm sido muito agradáveis com toda essa onda de violência que se instalou na cidade. Pra fugir um pouco do tema, publico esse álbum que é realmente inspirador.
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Marcadores: clarisse lispector, clovis graciano, precisao
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Marcadores: livraria, livros, sebo, sebolinhas
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Marcadores: pinturas, rob gonsalves
Custo da Guerra no Iraque pode chegar a US$ 2 trilhões!!! Eu gostaria de saber como seria a vida na Terra se todo esse dinheiro fosse usado para o bem.
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Ao publicar este álbum não poderia deixar de lembrar de uma mensagem que recebi faz alguns anos e que me impressionou muito, nem sei ao certo o motivo, ou sei... É um e-mail que a astronauta Laurel Clark teria enviado um dia antes do acidente com o ônibus espacial Columbia - ocorrido em 1 de fevereiro de 2003 - que se desintegrou na reentrada da atmosfera vitimando a tripulação.
Laurel
Um e-mail vindo do céu
Laurel!
Uma astronauta!
Uma internauta!
À bordo do Columbia...
Um dia antes...
"Olá! de cima do nosso magnífico planeta Terra.
A perspectiva é realmente inspiradora.
Esta é uma missão incrível e nós estamos muito ocupados fazendo ciência contra o relógio.
Conseguir um tempinho para escrever um e-mail é raro, então...esse vai ser curto, e distribuído para muitas pessoas que conheço e amo.
Eu vi muitas coisas incríveis:
tempestades de relâmpagos no Pacífico,
a Aurora Australis nascendo no horizonte, com o desenho urbano das cidades da Austrália abaixo dela;
a lua crescente surgindo no topo da Terra...
...as vastas planícies da África e as dunas do Cabo Horn,
rios passando por fendas entre grandes montanhas, as cicratizes da humanidade,
a contínua linha da vida estendendo-se da América do Norte, passando pela América Central e até a América do Sul...
...uma lua crescente sobre o nosso planeta azul.
O monte Fuji parece um pequeno calombo daqui de cima, mas se destaca como um verdadeiro marco.
Milagrosamente, no primeiríssimo dia em que sobrevoamos o Lago Michigan, eu vi Wind Point (Wisconsin) claramente.
Não tenho tido muita sorte, desde então. A cada órbita, passamos por lugares diferentes do planeta.
Claro, na maior parte do tempo, estou trabalhando no Spacehab e não vejo nada disso.
Qualquer coisa que eu consiga ver é sempre glorioso. Até as estrelas têm um brilho especial.
Eu vi meu amigo Órion várias vezes.
Tirar fotos da Terra é um verdadeiro desafio, mas uma longa e tortuosa trilha de aprendizado.
Eu acho que finalmente consegui algumas fotos legais nos últimos dois dias.
Estou cruzando os dedos para que estejam em foco.
Minha visão para perto ficou um pouco pior aqui, por isso devem ter visto fotos ou vídeos em que eu estou usando óculos.
Sinto-me abençoada por estar aqui representando nosso país e levando adiante experiências de cientistas do mundo inteiro.
Todas as experiências atingiram a maior parte de seus objetivos, apesar dos inevitáveis obstáculos que se apresentam quando uma tarefa difícil está sendo levada a cabo.
A comida é ótima e estou me sentindo muito bem nesse ambiente totalmente novo e diferente.
Leva um tempinho para comer porque a falta de gravidade dificulta a descida da comida pelo esôfago.
Ainda é um desafio constante manter-se hidratada adequadamente. Como os nossos fluídos corporais foram deslocados para a cabeça, a sensação de sede é quase inexistente.
Graças a muitos de vocês que apoiaram a mim e as minhas aventuras ao longo desses anos, essa é a maior de todas.
Espero que vocês possam ter sentido a energia positiva que emanávamos para todo o planeta enquanto navegávamos sobre ele.
A todos, com amor!
Laurel"
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Marcadores: columbia, laurel clark
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Marcadores: desenho
Começou a longa série de Orkontros da turma do UP edição 2007. No álbum está registrado o primeiro ocorrido em Brasília, onde vocês poderão constatar o prazer das participantes em estarem juntas novamente.
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Marcadores: salmo 23
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Marcadores: regressao, shimoda, vidas passadas
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Marcadores: retrato
Esta é uma foto da sinalização nos vagões de metrô no Japão, as prioridades para lugares sentados são como se segue (Esquerda para Direita):
1 - Pessoa com braço fraturado.
2 - Pessoa com criança de colo.
3 - Mulher grávida.
4 - Pessoa com deficiência nas pernas.
Imaginou algo diferente?
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Marcadores: unidade
Recebi uma PPS da minha amiga Barta que serviu de base para a montagem desse álbum. Show de bola!
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Marcadores: Kunst
Embora eu não goste de ver ninguém morrendo, me surpreendi olhando todas as vezes em que a cena foi repetida exaustivamente pela emissora.
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A COMPLICADA ARTE DE VER.
(Rubem Alves)
Ela entrou, deitou-se no divã e disse: "Acho que estou ficando louca".Eu fiquei em silêncio aguardando que ela me revelasse os sinais da sua loucura. "Um dos meus prazeres é cozinhar. Vou para a cozinha, corto as cebolas, os tomates, os pimentões - é uma alegria! Entretanto, faz uns dias, eu fui para a cozinha para fazer aquilo que já fizera centenas de vezes: cortar cebolas. Ato banal sem surpresas. Mas, cortada a cebola, eu olhei para ela e tive um susto. Percebi que nunca havia visto uma cebola. Aqueles anéis perfeitamente ajustados, a luz se refletindo neles: tive a impressão de estar vendo a rosácea de um vitral de catedral gótica. De repente, a cebola, de objeto a ser comido, se transformou em obra de arte para ser vista! E o pior é que o mesmo aconteceu quando cortei os tomates, os pimentões... Agora, tudo o que vejo me causa espanto."
Ela se calou, esperando o meu diagnóstico. Eu me levantei, fui à estante de livros e de lá retirei as "Odes Elementales", de Pablo Neruda. Procurei a "Ode à Cebola" e lhe disse: "Essa perturbação ocular que a acometeu é comum entre os poetas. Veja o que Neruda disse de uma cebola igual àquela que lhe causou assombro: 'Rosa de água com escamas de cristal'. Não, você não está louca. Você ganhou olhos de poeta... Os poetas ensinam a ver".
Ver é muito complicado. Isso é estranho porque os olhos, de todos os órgãos dos sentidos, são os de mais fácil compreensão científica. A sua física é idêntica à física óptica de uma máquina fotográfica: o objeto do lado de fora aparece refletido do lado de dentro. Mas existe algo na visão que não pertence à física.
William Blake sabia disso e afirmou: "A árvore que o sábio vê não é a mesma árvore que o tolo vê". Sei disso por experiência própria. Quando vejo os ipês floridos, sinto-me como Moisés diante da sarça ardente: ali está uma epifania do sagrado. Mas uma mulher que vivia perto da minha casa decretou a morte de um ipê que florescia à frente de sua casa porque ele sujava o chão, dava muito trabalho para a sua vassoura. Seus olhos não viam a beleza. Só viam o lixo.
Adélia Prado disse: "Deus de vez em quando me tira a poesia. Olho para uma pedra e vejo uma pedra". Drummond viu uma pedra e não viu uma pedra. A pedra que ele viu virou poema.
Há muitas pessoas de visão perfeita que nada vêem. "Não é bastante não ser cego para ver as árvores e as flores. Não basta abrir a janela para ver os campos e os rios", escreveu Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa. O ato de ver não é coisa natural. Precisa ser aprendido. Nietzsche sabia disso e afirmou que a primeira tarefa da educação é ensinar a ver. O zen-budismo concorda, e toda a sua espiritualidade é uma busca da experiência chamada "satori", a abertura do "terceiro olho". Não sei se Cummings se inspirava no zen-budismo, mas o fato é que escreveu: "Agora os ouvidos dos meus ouvidos acordaram e agora os olhos dos meus olhos se abriram".
Há um poema no Novo Testamento que relata a caminhada de dois discípulos na companhia de Jesus ressuscitado. Mas eles não o reconheciam. Reconheceram-no subitamente: ao partir do pão, "seus olhos se abriram". Vinícius de Moraes adota o mesmo mote em "Operário em Construção": "De forma que, certo dia, à mesa ao cortar o pão, o operário foi tomado de uma súbita emoção, ao constatar assombrado que tudo naquela mesa - garrafa, prato, facão - era ele quem fazia. Ele, um humilde operário, um operário em construção".
A diferença se encontra no lugar onde os olhos são guardados. Se os olhos estão na caixa de ferramentas, eles são apenas ferramentas que usamos por sua função prática. Com eles vemos objetos, sinais luminosos, nomes de ruas - e ajustamos a nossa ação. O ver se subordina ao fazer. Isso é necessário. Mas é muito pobre. Os olhos não gozam... Mas, quando os olhos estão na caixa dos brinquedos, eles se transformam em órgãos de prazer: brincam com o que vêem, olham pelo prazer de olhar, querem fazer amor com o mundo.
Os olhos que moram na caixa de ferramentas são os olhos dos adultos. Os olhos que moram na caixa dos brinquedos, das crianças. Para ter olhos brincalhões, é preciso ter as crianças por nossas mestras. Alberto Caeiro disse haver aprendido a arte de ver com um menininho, Jesus Cristo fugido do céu, tornado outra vez criança, eternamente: "A mim, ensinou-me tudo. Ensinou-me a olhar para as coisas. Aponta-me todas as coisas que há nas flores. Mostra-me como as pedras são engraçadas quando a gente as têm na mão e olha devagar para elas".
Por isso - porque eu acho que a primeira função da educação é ensinar a ver - eu gostaria de sugerir que se criasse um novo tipo de professor, um professor que nada teria a ensinar, mas que se dedicaria a apontar os assombros que crescem nos desvãos da banalidade cotidiana. Como o Jesus menino do poema de Caeiro. Sua missão seria partejar "olhos vagabundos"...
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QUADRILHA
Carlos Drummond de Andrade
João amava Teresa
que amava Raimundo
que amava Maria
que amava Joaquim
que amava Lili
que não amava ninguém.
João foi para o Estados Unidos,
Teresa para o convento,
Raimundo morreu de desastre,
Maria ficou para tia,
Joaquim suicidou-se
e Lili casou com J. Pinto Fernandes
que não tinha entrado na história.
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No dia em que a cidade do Rio de Janeiro comemora o seu padroeiro, São Sebastião, não poderia deixar de fazer uma homenagem publicando esse álbum com belas ilustrações de Claudia Amaral Argoud.
Não sou propriamente um homem religioso, no meu entender santos e entidades representam apenas a humanização de diferentes energias ou padrões vibracionais encarregados, por assim dizer, de cumprir sua função dentro do Universo, mas que foram interpretadas por cada religião de forma diferente apesar de se tratarem das mesmas forças e de possuírem as mesmas características básicas.
Por isso pouco me importa como essa energia é representada, o importante é que ela existe, se relaciona à caça, às matas, às ervas que curam, à minha Portela querida e a essa linda cidade onde nasci, por isso também não poderia ficar de fora dessa egrégora e buscar sua sintonia:
Salve São Sebastião do Rio de Janeiro!
Oke, Oke, Oxossi!
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Velhas Árvores
Olavo Bilac
Olha estas velhas árvores, mais belas
Do que as árvores novas, mais amigas:
Tanto mais belas quanto mais antigas,
Vencedoras da idade e das procelas...
O homem, a fera, e o inseto, à sombra delas
Vivem, livres de fomes e fadigas;
E em seus galhos abrigam-se as cantigas
E os amores das aves tagarelas.
Não choremos, amigo, a mocidade!
Envelheçamos rindo! Envelheçamos
Como as árvores fortes envelhecem;
Na glória da alegria e da bondade,
Agasalhando os pássaros nos ramos,
Dando sombra e consolo aos que padecem!
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Eu sou um que tem o péssimo hábito de guardar quinquilharias pensando em transformá-las em algo pelo menos interessante depois. No álbum Galeria é possível conferir algumas das minhas "criações"...rs
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